quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Perseguição!*

Já ontem aqui falei nelas: as feiras livres. Creio que existem por todo o Brasil, mas, para já, só conheço algumas das que se realizam no Rio de Janeiro. Normalmente, aqui vendem-se frutas, legumes, peixe e, talvez mais raramente (ou pelo menos creio só ter visto uma vez), carne. Gosto do ambiente e, globalmente, dos cheiros da fruta e legumes (são mais evidentes quando não está muito calor)! Raramente se vêem as balanças para pesar: a fruta e os legumes são vendidos às unidades, por volume em taça/prato ou cortados (em saquinhos), com um preço previamente definido.
O peixe, bem, ainda não estou preparada psicologicamente para falar dele (um dia explico).
As fotos que se seguem fazem parte da visita hoje feita à feira que existe na Rua Ronald de Carvalho, em Copacabana (RJ). 
 Laranjas, limas, mangas, papaias, maracujás e, talvez, abacate.
 Vista da traseira das bancadas.
 Legumes verdes.
 Os transeuntes.
 Mais fruta tropical.
 Algumas das bancadas.
 Algumas bancadas vistas de trás.
 Mais uma bancada dos verdes.
 Será caso para dizer: "bancada dos vermelhos"?
 Aqui estão mais exemplos de "medidas": neste caso, seriguela à esquerda e ameixa e uva mais à direita.
Exemplos dos saquinhos com os legumes já cortados.

* Encontrei à venda Pitaya. Tudo bem até então. Ou não fosse ter encontrado o mesmo cromo de ontem - com a diferença de que, desta vez, não caí no "para provar tem que pagar" (Seriguela (ou Ceriguela))

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Seriguela (ou Ceriguela).

As voltas pelas feiras livres do Rio de Janeiro trazem sempre novas descobertas: desta vez foi a seriguela (ou ceriguela). Fruta pequena, com caroço, que pode, pelos vistos, ser consumida de diversas formas. O sabor, a meu ver, recorda as nêsperas.
Boa descoberta!

Parte menos boa da história foi o querer provar antes de comprar e o moço, por vingança ou não*, dizer que "tem de pagar para provar". Cromo!

* recusei, perante exagerada insistência, a prova de morango que o moço insistia em querer levar a cabo. Suponho que quase provoquei a sua ira: "Óxente, 'eta "gringa" de nariz empinado!"

O projeto (ou será antes o "projecto"?)

A ideia não é nova e o rascunho também já cá estava há uns tempos. No entanto, havia que maturar a "coisa". Ora, "matura" que está, espero que gostem deste meu "Aventuras no Brasil: o retrato de patrícios na terra do samba (e de muitas outras coisas, vá!)".
A necessidade? Sim, foi uma necessidade: dar voz às aventuras e desventuras que temos para contar deste lado do mar.